Quem somos?

Roberto Bibancos por Felipe Cruz:

Sujeito alto de características peculiares. Pernas finas e tórax de pombo. Com uma saliência na região abdominal. Alguns dizem ser o calo do amor, ou uma gangorra do amor.

Rosto bárbaro e inteligente, geralmente barbado e olhar atento, sorriso ligeiramente sarcástico e de palavras calmas.

Predestinado a ser um literato, passou longos anos e formou-se em letras na USP, embora sua carreira até os vinte e cinco anos fosse mais voltada ao perfil das exatas, com seus desenhos em AutoCAD. Os deuses das Humanas o escolheu como porta voz da cultura, onde deram o dom de transmitir conhecimento e de escrever genuinamente.

Então, através duma visão, Robertones decide seguir a luz da sabedoria e encarar o desafio de ser professor! Decidido a pelejar pela cultura.

Felipe Cruz por Roberto Bibancos:

Menino moço.
Felipe é um rapaz criativo, idealista, geralmente barbudo, cabeludo e barrigudo, assim como eu.
Mas nem sempre foi assim…
Há uns 4 ou 5 anos, Felipe era um garotinho imberbe, careca e parecia um frango de tão magrinho.
Entrou na faculdade de matemática, mas os números não foram suficientes para suprir seus ideais.
Faltava discurso na sua vida…
Foi quando ele teve uma visão da luz!
A Geografia em carne e osso apareceu diante dele com seus cabelos ruivos e suas formas curvilíneas dizendo com lascívia: “Vem, garoto… vem!”.

Desde então, Felipe tornou-se um pensador dos bons e vi era o parceiro ideal para a grande batalha que há por vir… A batalha da cultura contra a estagnação. Tornou-se um protagonista da Peleja Cultural.

8 respostas em “Quem somos?

    • Olá, Professor Laerte!

      Fiquei sinceramente contente com seu comentário. Vindo da sua pessoa trás uma satisfação muito grande e mais vontade de continuar com essa Peleja que é a Cultura e que tanto você nos mostrou em sala de aula.

      Aproveito para dizer que pretendo fazer uma manifestação: “Laerte, saia da aposentadoria e volta já com sua disciplina!”

      Um grande abraço especialmente de Felipe Cruz e da Peleja Cultural.

  1. Pessoas barbudas não são confiáveis, mas vou acreditar que “Visão da Luz” do Felipe e a “predestinação” ímpar do Roberto sejam bons motivos para acompanhar essa empreitada.

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